O peixe robótico é controlado de forma autônoma, e vem equipado com sensores químicos capazes de detectar com precisão poluentes no ambiente em que se localiza. Os criadores da máquina afirmam que, em um futuro próximo, o SHOAL vai receber um sistema de inteligência capaz de detectar a fonte das emissões, o que deve agilizar a resolução de problemas ambientais.
Os dados coletados são enviados para os cientistas através de um módulo WiFi, que analisam em tempo real todas as informações. O modelo final do SHOAL está próximo de ser completado, e, segundo os desenvolvedores, cada dispositivo deve ser vendido por um preço aproximado de US$ 29 mil.